Política Municipal de Educação Ambiental é destaque no II Seminário de Ciência Cidadã da Unesco
Aconteceu entre os dias 13 a 16 de dezembro, no Sesc de Praia Formosa, o II Seminário de Ciência Cidadã da Unesco. O evento reuniu educadores, pesquisadores e gestores de diversas regiões do Brasil para debater experiências inovadoras e estratégias de articulações entre ciência, educação e políticas públicas.
A Secretaria Municipl de Educação (Semed) esteve representada pela diretora do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Tia Anastácia e pesquisadora do Projeto Rio Doce Escolar, Rosieli Merotto que integrou a mesa redonda “Da prática à Política Pública: Experiências Pioneiras na Bacia do Rio Doce”.
Na ocasião, a educadora destacou o papel fundamental da Política Municipal de Educação Ambiental e sua articulação com as escolas municipais no desenvolvimento de projetos estratégicos para a rede de ensino. Ela apresentou resultados expressivos da parceria entre a Semed e o Projeto Rio Doce Escolar, compartilhando experiências exitosas e discutindo caminhos para fortalecer a integração entre ciência, comunidade e escola. "Posso afirmar que este seminário foi um momento único para celebrar conquistas e planejar novas articulações que ampliem o impacto da educação ambiental no município. Nossa participação reforça ainda mais o compromisso da gestão municipal com a inovação pedagógica, a valorização do conhecimento científico e a promoção de políticas públicas voltadas para a formação cidadã, além de um momento importante para compartilhar projetos e planejar articulações futuras", disse.
A Mesa Temática 04 destacou a experiência pioneira dos municípios de Conselheiro Pena (MG) e Linhares (ES), ambos participantes do Programa e primeiros do Brasil a criarem políticas públicas municipais voltadas à Ciência Cidadã, como as leis 2.626/2025, que institui o Programa de Ciência Cidadã de Conselheiro Pena como parte da política pública municipal de educação ambiental e 4.348/2025, que cria o Programa de Ciência Cidadã Linharense.
Entre os municípios dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais que fazem parte da Bacia do Rio Doce, os projetos em ciência cidadã envolveram mais de 700 participantes, incluindo cerca de 600 estudantes e 64 docentes de educação básica e superior. “Nossa presença foi fundamental para ampliarmos o diálogo sobre os impactos da institucionalização da Ciência Cidadã, os aprendizados construídos ao longo desse processo, as perspectivas de continuidade e expansão da institucionalização nos territórios”, completou Rosiele.
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