Planejamento coletivo: professores da Emef Luíza Silvina participam de estudo sobre o Protocolo de Prevenção e Enfrentamento à Violência Escolar
Uma semana após ser lançado em Aracruz o Protocolo de Prevenção e Enfrentamento à Violência Escolar, a Emef Luíza Silvina, Jequitibá, realizou nesta quarta-feira (26), um planejamento coletivo com os professores que participaram de um estudo sobre o Protocolo de Prevenção e Enfrentamento à Violência Escolar.
O objetivo foi estudar esse documento norteador a fundo, promovendo em todos os profissionais e estudantes uma maior sensibilidade em lidar com essa questão. “Neste primeiro planejamento coletivo nós iniciamos os estudos desse protocolo em nossa escola, que foi a primeira da Rede Municipal de Ensino. Posso afirmar que nosso dia foi muito produtivo e todos compareceram”. Destacou a diretora Débora Amorim.
A pedagoga e coordenadora do Setor Intersetorial da Semed, Giucirlene De Bortoli, que fez a apresentação do protocolo junto à psicóloga da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Juliana Monteiro, comentou sobre seus objetivos e como ele poderá ajudar a sociedade aracruzense. “O protocolo de prevenção e enfrentamento à violência escolar foi elaborado com a participação de representantes de quatro municípios importantes, um trabalho intersetorial e intermunicipal em parceria com o Ministério Público e várias instituições. Seu objetivo é fornecer orientações à comunidade escolar, promover ações que incentivem a cultura de paz e estabelecer condutas a serem impostas diante de situações desafiadoras. Espera-se que este documento seja amplamente divulgado, tornando-se um guia para a prática cotidiana no ambiente escolar”, disse.
Já o professor de Educação Física, Elias Cardoso Nunes, explicou como esse protocolo permitirá que sua escola desenvolva as ações. “Esse documento nos foi apresentado durante nosso planejamento coletivo. Esse acesso nos permite desenvolver ações mais assertivas no ambiente escolar, além de nos possibilitar uma análise mais aprofundada do território e a busca por parcerias que fortaleçam o combate à violência e promovam um ambiente seguro e saudável para todos”, completou.
O Protocolo surge como um plano de contingência justamente para auxiliar todos os profissionais afins, além da comunidade escolar e responsáveis, levando em consideração que durante a pandemia, escolas ficaram fechadas por um longo período, o que impactou os direitos da população infantojuvenil em todo o Brasil, com mortes, doenças, sofrimento prolongado e problemas de saúde física e mental.
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