Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer) com ênfase na valorização da cultura indígena é destaque em escola

Publicado em: 27 de abril de 2026
Texto: Renato Lana de Faria
Imagem: Divulgação
Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer) com ênfase na valorização da cultura indígena é destaque em escola

O Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Vovó Jandira, Vila do Riacho, promoveu nos turnos matutino e vespertino desta última sexta-feira (25), um grande momento de fomento às culturas indígenas no município, além de um relevante evento pedagógico voltado à Educação para as Relações Étnico-Raciais (Erer).

A ação proporcionou às crianças vivências significativas, favorecendo o contato com saberes, tradições e expressões culturais que contribuem para a construção de identidades e para o respeito à diversidade. Para a técnica pedagógica do setor de Educação Infantil, Thamara Alves Gregorio, essa iniciativa integrou as práticas pedagógicas já consolidadas na unidade escolar.

“Toda essa ação está diretamente articulada ao projeto institucional da Rede Municipal de Ensino: - Aracruz: Nosso Povo, Nossa História e Nossa Cultura - . Ele orienta o desenvolvimento de ações educativas que valorizam as diferentes matrizes culturais presentes no município, fortalecendo o reconhecimento da identidade local e o pertencimento das crianças à sua história”, explicou.

O evento contou com a atuação dos professores das áreas de Arte e Educação Física, que estiveram à frente da organização e condução das atividades, promovendo experiências por meio de múltiplas linguagens. Na ocasião, foi destacado também o envolvimento de todos os docentes e funcionários da escola, evidenciando o compromisso coletivo com a consolidação da Erer no currículo da Educação Infantil.

De acordo com a coordenadora do setor de Educação Infantil, Jocenir Elaine Rensman David, a realização de ações como esta reafirma o papel da escola na promoção de uma educação antirracista desde a infância. “Por meio de ações como o brincar, o aprender e o conviver é possível promover articulações para a formação de sujeitos críticos, conscientes e respeitosos com a diversidade cultural que constitui a sociedade”, completou.  

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