Data: segunda, 18 de outubro de 2021
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Aldeias Indígenas de Aracruz

Aracruz é o único município capixaba que possui índios aldeados no estado do Espírito Santo, com duas etnias: Tupinikim e Guarani. Atualmente são 12 aldeias assim distribuídas: 05 guaranis, 06 tupinikuins e 01 tupi-guarani. Os Guaranis, que vieram do sul do País na década de 60, mantêm suas características como: a língua, a religião, o artesanato e suas manifestações culturais. Já os Tupinikins, que são remanescentes do município de Aracruz, devido ao contato com o homem branco, perderam algumas de suas características, porém mantiveram os grupos culturais como referência da sua cultura.  

ALDEIAS INDÍGENAS ARACRUZENSES:

CAEIRAS VELHA

Localizada no Distrito de Santa Cruz na Rodovia ES-456, a 18,5 Km de distância da Sede a aldeia Indígena Tupinikim, possui uma área que compreende o mangue e o taboal. Fabricam artesanatos com: samburá, juquiá, peneiras feitas de coco. A Reserva ainda guarda alguns remanescentes de Mata Atlântica e árvores frutíferas. A Reserva possui ainda Posto Médico e Escola.

BOA ESPERANÇA (TEKOÁ PORÂ)

Localizada no Distrito de Santa Cruz na Rodovia ES-010, a aldeia possui uma área de 1.700 ha, onde há pequenas moradias de estuque e tijolos, cobertas com palhas, onde vivem índios da tribo Guarani. Conserva ainda suas tradições como: a língua, o culto ao Sol, a Lua, as Estrelas, a dança e a pesca. Fabricam ainda artesanatos considerados os mais bonitos do Brasil e utilizam como material, o coqueiro e a taquara, produzindo assim: arco e flecha, chocalhos, lanças e zarabatanas. A aldeia conta com uma Escola e um Posto Médico. O Pajé líder espiritual é encarregado de curar doenças e afugentar os maus espíritos.

IRAJÁ

Localizada Rodovia ES-456 a 12,5 Km de distância da Sede a aldeia é composta por índios Tupinikins que vivem basicamente da pesca do caranguejo e de outros crustáceos.

COMBOIOS

Localizada no Distrito do Riacho a 38 Km de distância da Sede, com uma área com solos arenosos, cobertos de vegetação de restinga, roças de mandioca e pastagem. A aldeia é composta por índios Tupinikins e situa-se no limite sul da Reserva Biológica. A totalidade da população, vivem ao longo do Rio Comboios, em pequeno aldeamento no centro, sendo despovoada as áreas próximas à praia e à Reserva Biológica. A comunidade possui posto de saúde, escola municipal, uma igreja católica e um posto da FUNAI. A subsistência é obtida da pesca no rio Comboios e no mar, dos plantios da mandioca, da pequena criação de gado, do artesanato e, mais recentemente, do cultivo de feijão em uma área de 96 ha distante da área principal.

PAU BRASIL

A Terra Indígena Pau-Brasil é composta pela aldeia Pau-Brasil, bastante antiga e populosa, habitada por índios Tupiniquins. Ao Norte da aldeia encontra-se a Rodovia ES-257, que liga a sede do município à fabrica da Aracruz Celulose e ao distrito de Barra do Riacho. Ao Sul limita-se com o córrego Sahy. Vivem da pesca e do cultivo de mandioca, café e abacaxi, ocupa uma área de 1.579 ha. Capoeiras e macegas ocupam 70% da sua área, que não possui matas, e 20 % do seu espaço é dedicado a cultivos. Tem sua própria Associação Indígena.

PIRAQUÊAÇU (PEIXE GRANDE – TEKOÁ MÍRIM) ALDEIA TEMÁTICA

A Tekoá Mĩrim, é um dos únicos locais regulamentados para realizar atividades voltadas ao etnoturismo fora da região amazônica.A aldeia Guarani Tekoá Mirim foi cenário de obra cinematográfica O Eremita, filmado em 2017 com direção de Chay Suede.Na Aldeia Temática é possível realizar caminhadas ao ar livre, trilhas, passeio de barco pelo Rio Piraquê-Açu, nadar no rio, realizar pintura corporal com elementos naturais, conhecer e comprar artesanato e também participar de rodas de conversa e assistir apresentações do coral Guarani e grupo de danças. A comunidade oferece almoço típico indígena para grupos, que devem ser solicitados com antecedência.

O acesso ao local é fácil: fica no km 45 da BR-010, logo após a ponte de Santa Cruz, com sinalização para a entrada.É a menor aldeia de todas em extensão territorial com apenas 50,5 ha e também é a menos povoada, e conta, em sua maioria, com famílias Kaiowá integrada por guarani do grupo Mbyá e Kaiowá, constituídos por aliança de casamento Uma das fonte de renda dos moradores é representada pela exploração turística com a fabricação de artesanatos como: Chocalhos: Cabaça, Penas de Galinhas pintadas artificialmente e urá (pedaços de mangue vermelhos - o cabo do chocalho). Cesta: Fabricada de bambu. Pau-de-chuva: Feita de Embaúba, Pedrinhas da praia, desenhos feitos de Pirografo e embira vermelha. Pauzinho de cabelo: Bambu e penas de galinhas. Colares: Feitos de sementes. Brinco: Feito de penas que foram trazidas da Amazônias (Arara/Tucano/Papagaio). Roupas Típicas da Comunidade Indígena: Utilizadas nos dias de festas e para o batismo, tanto para homens quanto para mulheres, as roupas são feitas de algodão cruz (saco) e bordados com linhas de lã. Acesso: Rodovia ES-010 na primeira entrada à esquerda após a ponte sobre o Rio Piraquê-Açu – Aracruz.

Para realizar uma visita, os contatos para agendamentos são: (27) 99606-2754 (Cacique Kara’í Werá) e (27) 99959-6939 (Kara’í Mirim)

TRÊS PALMEIRAS (BOAPY PINDO)

Localizada no Distrito de Santa Cruz, na Rodovia ES-010 a linguagem e os costumes são herdados de seus antepassados Guaranis. Sobrevivem da caça, da lavoura e da venda de artesanatos.

NOVA ESPERANÇA  (KA’AGWI PORÂ)  - Povos Indígenas Guaranis

OLHO D’AGUA  (Y’Y RETXA)  - Povos Indígenas Guaranis

AREAL – Povos Indígenas Tupinikins

CORREGO D’OURO  – Povos Indígenas Tupinikins

AMARELOS (TEKOÁ IUB) – Aldeia indígena mista, indígenas Tupinikins e Guaranis.